
Cada um tem a sua leitura e interpretação dos factos... a cada um lhe é dado o direito de sentir o que bem quiser... a cada um é dada a liberdade de expressão... de escolha...
Cá para mim, uma martelada na cabeça é sempre uma martelada na cabeça. Dói e deve na minha perspectiva ser considerada uma agressão. Logo, o outro um agressor. E por fim, significa isto que nos devemos afastar de quem nos agride (mesmo que esta agressão seja envolta em mensagens emocionalmente vinculativas).
É só.
Os agressores à nossa volta, só diminuirão quando nós definirmos os nossos limites. Penso eu.
Concordo a 1000%!
ResponderEliminarEste foi um mês particularmente rico em eventos desta natureza...marteladas na cabeça!
ResponderEliminarMuitas delas envoltas em mensagens emocionalmente vinculativas...portanto, marteladas no coração (ou na alma)!!!
Apesar de definidos alguns limites, ainda não está concluída essa tarefa.
Mas fiquei com a certeza de uma coisa: a genuidade afectiva deve ser francamente valorizada!
Deixo aqui, neste espaço que tanto gosto e partilho, um tributo a um homem especialmente genuíno.
Porque hoje faz 4 meses que nos reencontrámos (...)
Hoje, num acto de confissão, tenho de comentar o que existe na agressão verbal...aquela que não é (socialmente) punida, mas que magoa muito mais!
ResponderEliminarComo se consegue (con)viver tanto tempo com pessoas sobre quem, afinal, pouco ou nada se "conhece"?
Eis a razão porque valorizo tanto a genuidade afectiva. Aquela que pertence às crianças...e a alguns (raros) adultos!
As evidências estão aí...e falam por si, minha amiga do coração.
Havemos de entender!