
...era assim que eu queria estar. Assumidamente em queda livre.
Tudo parece mais fácil, quando não temos alternativa e não há a mágica mochila que se abre para nos parar. Que liberdade tão grande quando a entrega à realidade é rapidamente assumida por falta de comparência da superficialidade.
Primeiro achamos que não somos capazes e só saltamos com rede e mochila. Com o tempo, acabas por dispensar esse conforto, não porque não o queiras, mas por respeito a ti. E aí, saltas.
Quando te confrontas com a pergunta: - queres saltar? - dizes que nem por isso. E ficas então presa à tua decisão. A queda dá-se na mesma, mas nesse preciso momento, já nem sentes dor... nem outra coisa qualquer.
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