terça-feira, 28 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Agradecer à TERRA


tudo o que nos dá.
Energia...
recursos
raízes
solo
equilíbrio e estabilidade.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Neste preciso momento...



...era assim que eu queria estar. Assumidamente em queda livre.

Tudo parece mais fácil, quando não temos alternativa e não há a mágica mochila que se abre para nos parar. Que liberdade tão grande quando a entrega à realidade é rapidamente assumida por falta de comparência da superficialidade.

Primeiro achamos que não somos capazes e só saltamos com rede e mochila. Com o tempo, acabas por dispensar esse conforto, não porque não o queiras, mas por respeito a ti. E aí, saltas.

Quando te confrontas com a pergunta: - queres saltar? - dizes que nem por isso. E ficas então presa à tua decisão. A queda dá-se na mesma, mas nesse preciso momento, já nem sentes dor... nem outra coisa qualquer.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Perspectivas



Quantas és afinal? Uma, duas ou cem não interessa. Tens demasiada vida para saber que uma não pode chegar. Sorrio quando nos reconheço em todas, em tantas, que raras vezes as vi.
Se as tentares descrever vais sempre falhar, não existem, são verdadeiras fantasias de menina.
Quando crescemos, só olhamos um sentido. Quando crescemos de facto, entendemos os outros sentidos que andam de mão dada connosco. Julgo que é quando levamos um puxão.

Perspectivas.

domingo, 19 de abril de 2009

Fazes falta



Hoje o dia acordou com vento, mas com uma luz extraordinária... de agarrar nas objectivas e calcurrear as ruas velhas de Lisboa.
Quase que vou arriscar contrariar este meio caminho de retiro... e fugir para captar as energias positivas!
Já se vê... Fazes falta.

E o Verão tambem...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Imagina (te)



com tudo o que não gostas, fora ti
com tudo o que te faz sentir mal, neutralizado
com apenas o que precisas para seres tu mesma
sem nada que te perverta os sentidos
numa vida intensa de boas emoçoes
numa permanente sensação de bem estar e sentido de existência
num sorriso simples de abrir
com muita luz a iluminar o que te rodeia

imagina e talvez concretizes

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sorri



...embora às vezes a perspectiva possa ser de insegurança e abismo, podemos estar seguros de nós, ainda que totalmente dependentes destas duas rochas que nos unem.

Que bela imagem esta... :)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Enfim.



Há momentos na vida, em que claramente devíamos poder colocar uma placa no nariz a dizer exactamente isto.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Inadaptada



Esta imagem é magnifica. Estonteante até.

Toda a minha vida, tive uma leve sensação de inadaptação em várias etapas do meu crescimento. Todos temos, e os que não têm são de facto mais felizes, ou nada disso estão num sofrimento interno atroz. Ou outra coisa qualquer.

O que eu vejo nesta imagem, será concerteza bem diferente do que tu vês, ainda que por breves instantes até tenhamos visto qualquer coisa de comum.
É este "comum" que mata a observação, é este comum que anula a diferença, que anula a imagem inadaptada. E é este "comum" que também aparentemente conforta.

Temos medo de quem é diferente, de quem fala muito, ou fala pouco. Afastamos quem dá sinais desconhecidos, e preferimos decididamente ser parte do comum.

Eu já não, (será?) Só ainda preciso saber e/ou aprender a aceitar melhor os " comuns"... e aqui começamos afinal do inicio. Curioso não é? Estonteante até.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Parede com moldura




Como tantos de nós. Ainda assim a parede. Quanto à moldura, parece incompleta pela aparente falta de imagem. Mas não, alguém já colocou lá um objecto que pelo menos ocupe aquele espaço vazio. Para uns serve perfeitamente, para outros é totalmente inestético. Para mim, é uma peça de grande criatividade e sentido estético. Zen até.

Bela imagem A.

O lago de nós mesmos



Quem não tem afinal vontade de passear pela floresta? Muitos de nós. Há no entanto situações que não podemos negar a imensa vontade de nos fazermos acompanhar por outro "nós" neste passeio que a natureza nos permite.

A floresta é por si só um lugar isolado de gentes, por isso mesmo, quando encontramos um lago, um rio, onde nos possamos espelhar e beber dessa imagem para nos matar a sede, sentimos que chegámos ao sítio certo.

E, finalmente respiramos fundo, com a beleza do lugar.

Curioso como o que mais amamos pode afinal não passar de uma imagem criada, alimentada e nutrida por nós. Acordados. Ou nada disso. Podemos apenas amar algo que já é uma realidade que não questionamos, pois não há uma imagem de facto, somos nós mesmos. Só nós, virados de frente para nós. Acordados.

E, finalmente aí adormecemos, perdendo assim toda a beleza de todos os outros lugares que nos rodeiam...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Podemos sempre escolher...



À nossa volta assistimos às separações de pessoas que se amaram, que construíram em tempos um percurso comum. Eu própria sou filha desse percurso.
Apetece-me dizer que quando nós estamos envolvidos e apaixonados, há uma aura que nos faz acreditar no inacreditável. Não por não sermos capazes de amar a mesma pessoa uma vida inteira... não por sermos suficientemente subservientes perante as dificuldades. Não porque deveríamos colocar os pés na terra e não acreditar em fadas...
A separação traz a culpa. Mas a relação também... o ser humano enquanto "parte de" tende para incluir o poder, o absolutismo e até mesmo a arrogancia da necessidade. Quem necessita do quê afinal? O que nos faz estar numa relação até ao infimo desgate? O que nos pára na tomada de decisão, fazendo-nos balouçar como se de um parque infantil se tratasse, e impede de dizer: vou sair.
Quantos sinais recebemos e neutralizamo-los como se nunca tivessem aparecido?
E porquê aceitar o difícil, o incalculavel, o inesperado só para não ficar sozinha? Será mesmo isso que queres? Que mal tem ficar sozinha? E porque é que a verdade é tão dificil de fazer valer?
Para ti J. para ti R. e para ti V. há começos e finais, cada um está já a escolher:
- começar várias vezes na vida sempre no mesmo padrão ou nem por isso
- manter o que já não tem saída, utilizando "o rebentar da corda" como catalisador
- finalizar 1 ou 2 (3 , 4 ...) vezes na vida porque se respeitam em 1º lugar, e depois ao outro e aos filhos...
...ou simplesmente aceitar que a vida é mesmo isto. Muitos avanços e recuos mas sem a arrogância do apego ou propriedade. Nenhum de nós está aqui, neste lugar de hoje, para sempre.